[1] Ó SENHOR, eu clamo a ti; vem depressa! Ouve quando peço tua ajuda. [2] Aceita minha oração, como incenso oferecido a ti, e minhas mãos levantadas, como oferta da tarde. [3] Assume o controle do que eu digo, SENHOR, e guarda meus lábios. [4] Não permitas que eu me desvie para o mal, ou me envolva em atos perversos. Não deixes que eu participe dos banquetes dos que praticam o mal. [5] Firam-me os justos! Será um favor! Se eles me corrigirem, será remédio que dá alívio; não permitas que eu o recuse. Contudo, oro constantemente, contra os perversos e tudo que eles fazem. [6] Quando seus líderes forem lançados num precipício, ouvirão minhas palavras e saberão que são verdadeiras. [7] Como pedras que o arado traz à superfície, seus ossos ficarão espalhados, sem que ninguém os enterre. [8] Espero por tua ajuda, SENHOR Soberano! És meu refúgio; não permitas que me matem. [9] Guarda-me das armadilhas que me prepararam, dos laços dos que praticam o mal. [10] Que os perversos caiam em suas próprias redes, mas que eu consiga escapar.